sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Glucoronolactona
| notícia: DIGNO DE REPASSES |
Publicada em segunda-feira, 5 de abril de 2010 por DIGNO DE REPASSESRecebi do Dr. LUIZ CÉSAR COSENZA RODRIGUES, médico cardiologista intensivista, com consultório na Clínica Sorocaba, no Rio. Com permissão dele. incluo a carta na pagina principal do BLOG, e também nos INFORMES. Abs Elano Meus caros Elano e Chico Iniciei nova pesquisa, agora para doenças degenerativas cerebrais e psiquiátricas, já com resultados muito positivos e promissores. Escrevo a vocês em primeira mão, por achar que ela poderia beneficiá-los, até de forma preventiva, contra os estado demências e os distúrbios psiquiátricos como depressões e distúrbios bipolares. O Alzheimer, foco inicial da pesquisa do Dr. Vassar ( professor de biologia molecular e celular na Feinberg School ), propõe com experimentos em camundongos e humanos, que o tão enigmático gatilho para o desencadeamento da doença, seria a privação de glicose aos neurônios, alimento essencial para as células nervosas. A pesquisa teve como base inicial uma genial comparação entre os distúrbios desenvolvidos agudamente nos quadros de hipoglicemia induzidas por doses altas de insulina causando quadros agudos de hipoglicemia e os sintomas do Alzheimer. Fazendo o paralelismo dos sintomas, guardando as diferenças entre o quadro agudo, induzido por administração iatrogênica de insulina e as causadas pela privação lenta e crônica ao longo de muitos anos o pesquisador concluiu que a falta de glicose no cérebro induz alteração em uma enzima, elF2alfa que modificada pela privação de glicose, produz uma proteína viscosa, com comportamento Amilóide, que teria uma ação protetora sobre o Sistema Nervoso Central de forma aguda, mas que cronicamente formaria as tão conhecidas placas da Doença de Alzheimer. Descrito de forma sucinta, como o fiz neste relato, tento caracterizar e embasar o experimento que proponho, não só para o Alzheimer, mas para todas as doenças degenerativas, demenciais e psiquiátricas que podem ser causadas por privação a longo prazo de glicose para o cérebro. Em seu trabalho, o Dr. Vassar sugere como prevenção para as doenças, os métodos já preconizados como: Controle glicêmico do colesterol, da pressão arterial, o uso de vasodilatadores e exercícios físicos e enfatiza que os cientistas deveriam investir em pesquisa de substâncias que impeçam a ação da enzima elF2alfa, inibindo assim a formação das proteínas amilóides, gênese das Doenças Demenciais Ateroscleroticas, pela privação crônica dos neurônios de quantidade adequada de energia, que tem como base a glicose. Como não tenho acesso a métodos sofisticados de pesquisa para tentar investir na procura de drogas que impeçam a alteração da referida enzima, mas com a fantástica informação de que tudo tem origem na falta de energia, nutrientes, no cérebro por “déficit” de aporte sanguíneo, pelo endurecimento e diminuição da permeabilidade vascular no Sistema Nervoso Central, pensei de forma inversa ao Dr. Vassar: passei a pensar na nutrição cerebral de forma alternativa. A Glicose é um carboidrato com uma molécula grande e com uma grande carga iônica o que dificulta sua penetração na célula neural, necessitando de carreadores, transportadores ativos para introduzi-la nas células. Se o fluxo sanguíneo cerebral esta comprometido assim como a permeabilidade dos vasos dificultando o aporte das moléculas para o interior das células, ao invés de procurarmos por drogas que impeçam as conseqüências da falta do nutriente, precisaríamos procurar por um nutriente alternativo, um carboidrato com moléculas ionicamente inertes e com uma molécula menor, sendo mais facilmente carreada para o interior das células nervosas. Se esta alternativa nutricional existisse e fosse facilmente administrada nas fases iniciais das doenças neurológicas degenerativas ou ate de forma preventiva antes de iniciarem os sintomas das doenças, mas em idades avançadas onde sem duvida os neurônios estariam sofrendo pela privação da glicose, não precisaríamos procurar por drogas que corrigissem as conseqüências desta desnutrição celular. São muitos os açucares ( carboidratos ) capazes de suprir de energia as células cerebrais. Existe um destes açucares que já são utilizados como componentes de alguns energéticos existentes no mercado, infelizmente junto a muitas outras substancias que podem inclusive prejudicar a ação deste carboidrato. A GLUCORONOLACTONA, um açúcar com uma molécula pequena e pouco ionizada, poderia ser uma alternativa energética para os neurônios. Esta substancia não esta disponível nem para manipulação, no mercado brasileiro e pelo que pude me informar nem no mundial, em quantidades acessíveis para mim. Gostaria de poder ter a minha disposição a D-GLUCURONOLACTONA em doses de 100 e 200 mg, mas não foi possível, então usei energéticos do mercado que contem a substancia que precisava para as experiências iniciais. Na base de tentativa e erro, cheguei a conclusão que, FLYING HORSE tem 600mg de GLUCURONOLACTONA em cada 250 ml, 100 a 220 ml duas vezes ao dia ingeridos pela manhã e tarde, nunca à noite, resultam em melhora significativa de sintomas como esquecimento, agressividade, irritabilidade, depressão, déficit cognitivo e prostração, de forma quase que imediata. Apliquei com sucesso em um paciente de 103 anos que praticamente já não mais se levantava ou falava e em poucos dias estava ele à mesa, almoçando com a família, conversando de forma animada. Usei em outra paciente de 86 anos de idade com manifestações de agressividade e delírios, não conseguindo coordenar os pensamentos nem se situar espacialmente e com o uso do FLYING HORSE ( GLUCURONOLACTONA ) voltou ao normal, e mais algumas outras evidencias semelhantes me fazem concluir que esta substancia pode tratar e prevenir as doenças degenerativas do Sistema Nervoso Central. Devo alertá-los entretanto que na composição do energético citado, encontra-se Taurina, substancia que interage de forma negativa com uma serie de medicamentos. O AAS e os antiagregantes plaquetarios, são potencializados podendo causar aparecimento de púrpuras ( Equimoses ), os analgésicos e antiinflamatórios ate mesmo Tylenol reduzem a ação da GLUCURONOLACTONA, assim como o Daflon. Os anticoagulantes são potencializados pela Taurina, necessitando de reajuste de doses. Todos estes efeitos são perfeitamente controlados com as alterações de doses das medicações em questão ou com aumento das doses da GLUCURONOLACTONA. Não sendo assim impeditivo para o uso do FLYING HORSE. Espero que tenham proveito caso venham fazer uso dele. Devo ainda dizer que as drogas existentes e com comprovação cientifica para o tratamento das demências podem ser utilizadas concomitantemente com a Glucuronolactona, mas segundo minhas avaliações nenhuma delas tem resultados tão magníficos e imediatos. São estas drogas: 1- Glantamina, 2- Memantina, 3- Rivastigmina e mais recentemente o Modenafil. Aguardo ansioso por um comentário ou uma avaliação. Abraços Luiz Cesar Meu comentário foi apenas o de pedir permissão para publicar no BLOG para que os amigos leiam e retransmitam aos seus contatos. Elano FONTE: http://www.maranguape.blog.br/Noticias.asp?Cod=56&paginaatual=Noticias |
sábado, 14 de abril de 2012
Um novo estudo britânico sugere que altas doses de vitaminas B podem reduzir pela metade o ritmo do encolhimento do cérebro em pessoas com alguns sinais de Alzheimer.
O encolhimento do cérebro é um dos sintomas da debilidade cognitiva leve que pode ser um dos indicadores iniciais de demência.
Os pesquisadores da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, afirmam que a descoberta pode ser um passo importante na busca por formas de retardar os efeitos do Alzheimer.
De acordo com especialistas, o resultado da pesquisa é importante, mas são necessários mais estudos.
Declínio mental
A pesquisa, britânico publicado na revista especializada Public Library of Science One , avaliou 168 pacientes que sofriam, em algum nível, do declínio mental conhecido como debilidade cognitiva leve.
A pesquisa, britânico publicado na revista especializada Public Library of Science One , avaliou 168 pacientes que sofriam, em algum nível, do declínio mental conhecido como debilidade cognitiva leve.
A condição - marcada por pequenos lapsos de memória e problemas de linguagem - vai além do que é considerado “normal” no processo de envelhecimento e pode ser um indicativo do desenvolvimento de Alzheimer ou outras formas de demência.
Metade dos voluntários recebeu um comprimido diário contendo níveis de ácido fólico, vitamina B6 e B12 acima da dose diária recomendada. A outra metade recebeu um placebo.
Depois de dois anos, os pesquisadores mediram o ritmo de encolhimento do cérebro dos pacientes.
O cérebro de uma pessoa com mais de 60 anos encolhe, em média, a um ritmo de 0,5% ao ano. O cérebro das pessoas que sofrem de debilidade cognitiva leve encolhe a um ritmo duas vezes mais rápido. Nos pacientes de Alzheimer, este ritmo chega a 2,5% ao ano.
O cérebro de uma pessoa com mais de 60 anos encolhe, em média, a um ritmo de 0,5% ao ano. O cérebro das pessoas que sofrem de debilidade cognitiva leve encolhe a um ritmo duas vezes mais rápido. Nos pacientes de Alzheimer, este ritmo chega a 2,5% ao ano.
A equipe de pesquisadores de Oxford concluiu que, em média, o encolhimento do cérebro dos pacientes que tomaram o complemento vitamínico ocorreu a um ritmo 30% mais lento.
Em alguns casos, este ritmo chegou a ser mais do que 50% mais lento, fazendo com que sua atrofia cerebral fosse equivalente a de uma pessoa sem qualquer debilidade cognitiva.
‘Protegendo o cérebro’
Algumas vitaminas B – ácido fólico, vitamina B6 e B12 – controlam os níveis da substância conhecida com homocisteína no sangue. Altos níveis de homocisteína são associados ao encolhimento mais rápido do cérebro e ao Alzheimer.
Algumas vitaminas B – ácido fólico, vitamina B6 e B12 – controlam os níveis da substância conhecida com homocisteína no sangue. Altos níveis de homocisteína são associados ao encolhimento mais rápido do cérebro e ao Alzheimer.
Os autores do estudo sugerem que os efeitos da vitamina B sobre os níveis de homocisteína ajudaram a reduzir o ritmo de encolhimento do cérebro.
Segundo o autor do estudo, David Smith, os resultados foram mais significativos do que os cientistas esperavam.
“É um efeito maior do que o previsto”, disse ele.
“Essas vitaminas estão fazendo algo pela estrutura do cérebro – estão protegendo-a, e isso é muito importante porque precisamos proteger o cérebro para evitar o Alzheimer.”
“É um efeito maior do que o previsto”, disse ele.
“Essas vitaminas estão fazendo algo pela estrutura do cérebro – estão protegendo-a, e isso é muito importante porque precisamos proteger o cérebro para evitar o Alzheimer.”
Smith afirmou, no entanto, que são necessárias mais pesquisas para determinar se as altas doses de vitamina B realmente evitam o desenvolvimento de Alzheimer em pacientes com debilidade cognitiva leve.
As vitaminas B são encontradas normalmente em vários alimentos, inclusive carne, peixe, ovos e verduras.
Especialistas, no entanto, afirmam que ninguém deve sair tomando doses mais altas do que as recomendadas depois deste estudo, já que também há outros riscos para a saúde.
Especialistas, no entanto, afirmam que ninguém deve sair tomando doses mais altas do que as recomendadas depois deste estudo, já que também há outros riscos para a saúde.
quinta-feira, 29 de março de 2012
A COLINA FOI APONTADA TAMBÉM COMO ESTIMULANTE DA NEUROGÊNESE.
NOTA DO BLOG: O título desta postagem consta do texto da seguinte publicação:
Origem do Alzheimer permanece oculta
11/01/2008
Falta de definição sobre as causas do mal dificultam pesquisas.
Se combater um vírus complexo como o HIV, já é um desafio tremendo, imagine lutar com algo que não se conhece? Pois o enfrentamento da doença de Alzheimer é feito assim, já que ainda não se sabe quais são suas causas? por isso que os trabalhos existentes hoje vão muito mais no sentido de atenuar os sintomas e melhorar de alguma forma a vida dos doentes e, de quebra, dos familiares, do que propriamente buscar uma cura. O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que compromete o cérebro. Ela causa problemas de memória, confusão no raciocínio e mudanças comportamentais. A doença pode se manifestar a partir dos 40 anos, mas é a partir dos 60 anos que a incidência dela se acentua de maneira dramática. Figuram entre os principais sintomas do Mal de Alzheimer a perda gradual da memória, declínio no desempenho para tarefas cotidianas, diminuição do senso crítico, desorientação têmporo-espacial, mudança na personalidade, dificuldade no aprendizado e dificuldades na área da comunicação.
Embora não se conheça a causa da doença e tampouco haja cura, a ciência estuda os rastros da doença para tentar combatê-la.
Sabe-se que os afetados pelo Alzheimer perdem neurônios.
Alguns desses neurônios produzem neurotransmissores, são substâncias que levam a informação de uma célula cerebral para outra.
Como os responsáveis pela fabricação do neurotransmissor haviam sido perdidos, a abordagem das pesquisas foi no sentido de bloquear a ação da enzima que deveria destruir uma dessas substâncias após seu uso, ao invés de jogar fora o neurotransmissor a idéia é reaproveitá-lo.
Mas o médico neurologista e pesquisador da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Cícero Galli Coimbra, alerta para a baixa eficiência da estratégia.
Há, por exemplo, consenso de que as causas do Mal não são fatores genéticos, embora eles possam até contribuir.
Daí, sobram fatores externos e comportamentais. Coimbra conta algumas das principais descobertas acerca do Alzheimer.
"Descobriu-se que duas enzimas que deveriam eliminar substâncias neurotóxicas (aquelas que são tóxicas para o sistema nervoso) estavam com atividade baixa", explica ele.
Essas enzimas tinham o trabalho de transformar duas substâncias tóxicas, entre elas a amônia, numa substância protetora, a glutamina.
Isso deixa o sistema nervoso exposto a substâncias prejudiciais.
Outra descoberta recente veio depois que a ciência comprovou que as células do sistema nervoso continuam a ser produzidas, é o que se chamou de NEUROGÊNESE.
Acreditava-se antes que a perda delas era irreparável.
Só que os doentes de Alzheimer têm a NEUROGÊNESE menos ativa e as pesquisas querem buscar uma resposta para essa questão.
Além de perder NEURÔNIOS, o organismo perde a capacidade de repor as peças, fora o fato de ser incapaz de transformar toxinas em seu próprio benefício.
Nessa equação aparece ainda a COLINA, substância presente em grande quantidade na gema do OVO.
Um estudo publicado em 1997 demonstrava que a administração de COLINA em ratas prenhas gerava filhotes com quantidade elevada de NEURÔNIOS a mais do que os filhotes de ratas que não receberam COLINA.
Os primeiros foram melhor sucedidos nos testes de memória, que usam labirintos em laboratório. A COLINA FOI APONTADA TAMBÉM COMO ESTIMULANTE DA NEUROGÊNESE.
"Só que o cérebro de pessoas com mais idade tem dificuldade de captar colina", explica Coimbra.
"Existem perspectivas de tratamentos voltados para as possíveis causas em função desses achados", acrescenta ele.
? interessante notar como os hábitos passam a interferir de maneira significativa nesse contexto.
A ingestão de ovo diminui nas pessoas mais velhas por causa do combate ao colesterol. Justamente quem mais precisava absorver COLINA, abandona uma fonte natural abundante da substância. Coimbra cita ainda a baixa exposição à luz solar por parte da população urbana, sempre confinada a ambientes fechados, no comprometimento da absorção de vitamina D pelo organismo. Esse complexo contribui para a produção de defesas antioxidantes nas células nervosas. Outro malefício da vida moderna urbana é o estresse, que segundo Coimbra, acelera o envelhecimento do cérebro.
Aí é de se perguntar: com tantos indícios pontuais porque não se chegou a um tratamento mais eficaz contra o Alzheimer? Então Coimbra revela uma realidade nefasta da indústria farmacêutica mundial, pautada sobretudo na obtenção de lucros, hábito do mercado. "Substâncias como essas (colina, entre outras) não podem ser patenteadas (porque são naturais, produzidas pelo organismo) e por isso se perdeu o interesse comercial nessas pesquisas. O grande problema dessas descobertas é que elas não se traduzem em benefício por falta de interesse de comercialização", diz ele. Por causa disso, muitas dessas substâncias deixam de ser testadas porque os laboratórios sabem que não poderão patenteá-las, pois tratam-se de substâncias naturais.
"A indústria farmacêutica é como uma empresa qualquer, se não há interesse financeiro, ela não investe. Ela precisa das doenças para ter o seu mercado", resume Coimbra. Portanto, esqueça a idéia de um mundo em que todos lutam na busca do fim dos males que assolam a humanidade.
A obtenção de dinheiro ainda é mais importante do que o bem-estar da espécie.
Por causa disso, esse tipo de pesquisa fica restrita às universidades, que têm muito menos recursos que as grandes empresas farmacêuticas.
Só para se ter uma idéia, uma empresa de grande porte do setor farmacêutico chega a gastar mais de US$ 200 milhões num único protocolo de pesquisa.
Universidade: Universidade Federal de São Paulo
domingo, 18 de março de 2012
Vitamina C dissolve proteína tóxica que causa a doença de Alzheimer
Estudo publicado no “Journal of Biological Chemistry“
23 Agosto 2011
Cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, descobriram que a vitamina C é capaz de dissolver a proteína tóxica que causa o início da doença de Alzheimer no cérebro. O estudo foi publicado no “Journal of Biological Chemistry “.
O cérebro de pessoas com Alzheimer apresenta acumulação de placas amilóides. Estas placas causam a morte das células nervosas no cérebro e os primeiros nervos que são atingidos são os do centro da memória.
Em comunicado de imprensa, Katrin Mani, especialista em medicina molecular da Universidade de Lund, explicou que quando trataram “o tecido cerebral de ratos, manipulados para apresentarem Alzheimer, com a vitamina C, observámos que a proteína tóxica se dissolvia."
Estes resultados mostram, segundo a investigadora, um modelo até então desconhecido pelo qual a vitamina C afecta as placas amilóides. "Outro dado interessante verificado é que a vitamina C não necessita vir de frutas frescas. As nossas experiências mostraram que a vitamina C também pode ser absorvida em maiores quantidades na forma de ácido dehidroascórbico, proveniente de sumo que passou a noite no frigorífico, por exemplo ", acrescenta.
Actualmente, não existe um tratamento que cure a doença de Alzheimer, mas os cientistas continuam a investigar novas vias que possam conduzir a fármacos e métodos para atrasar e reduzir a progressão desta doença, combatendo os seus sintomas.
Os antioxidantes como a vitamina C têm um efeito protector contra diversas doenças, desde resfriados comuns a enfartes do miocárdio e demência, e são por isso objecto de estudo para muitos cientistas.
Para Katrin Mani, "a ideia de que a vitamina C possa ter um efeito positivo sobre a doença de Alzheimer é controversa, mas os nossos resultados fornecem novas oportunidades para investigar esta doença e o potencial da vitamina C".
ALERT Life Sciences Computing, S.A
segunda-feira, 5 de março de 2012
Substância misteriosa faz do café aliado contra Alzheimer
Interação da substância com a cafeína permite à bebida prevenir a doença
Estudos observacionais em humanos já haviam relatado que a ingestão diária de café por adultos e idosos diminui os riscos da demência. Pesquisas prévias da equipe da Universidade da Flórida do Sul, nos Estados Unidos, indicavam ainda que a cafeína é o provável ingrediente do café responsável pela proteção. Isso porque a substância reduz a produção no cérebro de uma proteína anormal chamada beta-amiloide, que, acredita-se, é responsável por causar o Alzheimer.
“O café com cafeína proporciona um aumento natural dos níveis de GCSF no sangue. Não sabemos ainda como isso acontece, mas há uma interação sinérgica entre a cafeína e essa substância desconhecida da bebida”, diz Chuanhai Cao, coordenador do estudo. Como a pesquisa foi feita com café coado, os pesquisadores não sabem, no entanto, se o café instantâneo teria a mesma resposta.
Em quantidades moderadas, o café é considerado uma bebida segura. Segundo os pesquisadores, a ingestão de quatro a cinco xícaras por dia foi suficiente para neutralizar a patologia e a perda de memória nos camundongos com Alzheimer. Para ser eficiente contra a doença, o consumo da bebida pode ter início na idade adulta, entre os 30 anos e 50 anos – mas o consumo precoce aumenta os níveis de proteção.
Clique nas perguntas abaixo para saber mais sobre o Alzheimer
domingo, 4 de março de 2012
Alimentação cerebral
(O Cérebro nosso de cada dia)
Você já sabe que uma dieta equilibrada para a saúde, seja para manter uma pele bonita e jovem, seja para o bem do coração, ou para buscar uma vida longa. Mas você tem ideia do impacto que sua alimentação tem sobre o seu cérebro?
Para começar do básico: considere que tudo o que compõe o seu cérebro vem da sua alimentação: proteínas, carboidratos, as gorduras que constituem a membrana das células e da bainha de mielina, os sais minerais que participam do equilíbrio elétrico das células e dos sinais nervosos, as vitaminas que mantêm as células vivas. Para manter o cérebro (e o resto do corpo) saudável, é preciso portanto ter uma alimentação saudável: diversificada e equilibrada.
Pesquisas recentes têm demonstrado os efeitos (positivos e negativos) de substâncias presentes nos alimentos sobre o sistema nervoso.
Os dados a seguir mostram o papel conhecido de algumas dessas substâncias no organismo, as consequências da sua deficiência, e os efeitos da suplementação.
Lembre, contudo, que suplementação não é necessariamente sinônimo de benefícios: o importante é ter quantidades adequadas de nutrientes disponíveis para o corpo. Para você ter uma ideia, o ferro, disponível em vários suplementos, precisa ser regulado cuidadosamente pelo organismo: se a deficiência causa anemia profunda, o excesso pode até levar à morte, se o corpo não conseguir eliminá-lo.
Como você vê, grandes quantidades de uma coisa boa podem ser mais danosas até do que sua deficiência. Quem mantem uma dieta balanceada e diversificada já ingere as quantidades necessárias dos nutrientes importantes para um funcionamento saudável de corpo e cérebro.
Os dados apresentados a seguir não devem ser utilizados como base para a montagem de uma dieta sem orientação de um nutricionista. Se você quer tratar bem do seu cérebro, preocupe-se em ter uma alimentação balanceada, praticar exercícios regularmente - e, sobretudo, em usar o seu cérebro! (SAC, jun 2009)
Ômega-3 (Docosahexaenoic acid (DHA) is an omega-3)
Fontes: Peixes (sobretudo salmão), krill, sementes de linhaça, kiwi, sálvia, nozes, noz-branca americana.
Função: Manutenção das funções sinápticas e plasticidade em roedores. É componente estrutural das membranas celulares e da mielina.
Deficiência: Em roedores, causa problemas de memória e aprendizado. Em humanos, a deficiência em ômega-3 parece estar associada a um aumento do risco de vários distúrbios mentais, incluindo distúrbio de déficit de atenção, dislexia, demência, depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia.
Suplementação: Eleva níveis de BDNF no hipocampo e melhora funções cognitivas em roedores com trauma encefálico. Alguns estudos mostraram que a suplementação com ômega-3 está associada a uma redução de déficits cognitivos (em leitura, em soletração, etc) em crianças afetadas por distúrbio de desenvolvimento de coordenação.
Curcumina
Fontes: Açafrão da terra, Cúrcuma ou Turmérico (curry).
Atuação: Tem efeitos inibitórios sobre enzimas metabólicas.A curcumina contém uma mistura de antioxidantes fitonutrientes fortes, conhecidos como os curcuminóides, que tem sido descritos como tendo propriedades anti inflamatórias.
Suplementação: Diminuição de déficit cognitivo em modelos animais de Doença de Alzheimer e em roedores com trauma encefálico.
Flavonóides
Fontes: Cacau, chá verde, ginseng, frutas cítricas, vinho (especialmente tinto), chocolate amargo.
Função: Anti-oxidantes, com um papel fundamental na proteção contra agentes oxidantes.
Suplementação: Aumento cognitivo em combinação com exercícios, em roedores. Melhora das funções cognitivas em idosos.
Gorduras Saturadas
Fontes: Manteiga, ghee, sebo, toucinho, óleo de côco, óleo de semente de algodão, laticínios, carne, óleo de semente de palmeira.
Função: As gorduras de origem vegetal e animal propiciam uma fonte concentrada de energia. Elas também fornecem os lipídios formadores das membranas das células, além de uma variedade de hormônios e substâncias assemelhadas, e auxiliam na absorção das vitaminas A, D, E, e K. As gorduras da dieta alimentar são necessárias para converter caroteno em vitamina A, para absorção de minerais e para uma gama de outros processos.
Porém, as gorduras saturadas são as principais responsáveis pela aterosclerose. Elevam o nível de produção de LDL, o que gera placas de ateroma e aumenta as chances de acontecer ataque cardíaco e derrame cerebral.
Suplementação: Associada ao déficit cognitivo em roedores adultos. Danos cognitivos agravados após trauma encefálico, em roedores. Exacerbação do déficit cognitivo em idosos.
Efeitos colaterais da suplementação: Dietas ricas em gorduras saturadas aumentam o risco de disfunções neurológicas tanto em humanos como em animais, além de diminuir a plasticidade sináptica no hipocampo.
Vitaminas do complexo B
Fontes: Várias fontes naturais. Vitamina B12 não está disponível em produtos derivados de plantas.
Função: O complexo B é um conjunto de oito vitaminas hidrossolúveis com importante ação no metabolismo celular.
Deficiência: Folato: pode levar a distúrbios neurológicos como depressão e danos cognitivos.
Suplementação: Folato: por si só, ou juntamente com outras vitaminas do complexo B, é eficaz na prevenção de déficit cognitivo e demência durante o envelhecimento, além de potencializar os efeitos dos antidepressivos. Vitamina B12 melhora danos cognitivos em ratos alimentados com dieta deficiente em colina. Suplementação com vitamina B6, B12 ou folato tem efeitos positivos na memória em mulheres de várias idades.
Efeitos colaterais da suplementação: Folato: anemia, baixa função imunológica e câncer.
Vitamina D
Fontes: Fígado de peixe, peixes gordurosos, cogumelos, produtos fortificados, leite, leite de soja, cereais em grãos.
Funções: É uma vitamina lipossolúvel obtida a partir do colesterol (seu precursor metabólico) através da luz do sol, e de fontes dietéticas. Funcionalmente, a vitamina D atua como um hormônio que mantém as concentrações de cálcio e fósforo no sangue através do aumento ou diminuição da absorção desses minerais no intestino delgado.
Deficiência: A carência de vitamina D provoca, nas crianças, o raquitismo e nos adultos a osteomalácia (amolecimento dos ossos). Nos idosos leva à osteoporose.
Suplementação: Importante na preservação da cognição em idosos.
Efeitos colaterais da suplementação: O consumo de altas doses (10 vezes o valor diário recomendado) por vários meses pode causar toxicidade, resultando em nível alto de cálcio no sangue. Pode ocorrer depósito de cálcio pelo organismo, principalmente no rim.
Vitamina E
Fontes: Aspargos, abacate, nozes, amendoim, azeitonas, óleo de palmeira laca vermelha, sementes, espinafre, óleos vegetais e gérmem de trigo.
Função: Protege a integridade celular e prolonga-lhes a vida. A sua ação antioxidante neutraliza os efeitos nocivos dos radicais livres provenientes da contaminação química e atividade do organismo, e potencializa fortemente a ação de outros antioxidantes, como a vitamina C e vitamina A.
Deficiência: É geralmente caracterizada por problemas neurológicos devido à condução nervosa prejudicada.
Suplementação: Diminuição dos danos cognitivos após trauma encefálico em roedores. Reduz o declínio cognitivo em idosos. Existem evidências discretas de que altas doses de Vitamina E associadas ao Ginko biloba tornariam a progressão da Doença de Alzheimer mais lenta.
Efeitos colaterais da suplementação: Pesquisas realizadas revelaram que há um aumento significativo de acidentes vasculares cerebrais em fumantes que recebem altas doses de Vitamina A e E.
Colina
Fontes: Gema de ovos, carne de soja, frango, vitela, fígado de peru, alface.
Função: Trata-se de uma amina natural encontrada nos lipídios presentes na membrana celular e no neurotransmissor acetilcolina. É de grande importância durante a gravidez para a formação do tecido cerebral.
Deficiência: Provoca acúmulo de gorduras no fígado, cirrose, aumento na incidência de câncer de fígado, lesões hemorrágicas dos rins e falta de coordenação motora.
Suplementação: Redução dos danos de memória induzidos por epilepsia, em roedores. Uma revisão da literatura revela evidências de uma casual relação entre colina na dieta e cognição em humanos e ratos.
Combinação de vitaminas
Fontes: Vitamina C: frutas cítricas, várias plantas e vegetais, fígado de boi e bezerro. Vitamina E: veja acima.
Função: As vitaminas são moléculas orgânicas (contendo carbono) que funcionam principalmente como catalisadores para reações enzimáticas dentro do organismo.
Deficiência: A manifestação principal da carência de ácido fólico é a alta incidência de crianças com malformações congênitas do sistema nervoso nascidas de mães que foram carentes em ácido fólico no início da gravidez. A carência de ácido fólico, junto com a carência de vitamina B12, pode levar as pessoas a sentirem vertigens, cansaço, perda de memória, alucinações e fraqueza muscular. Efeitos da carência de vitamina A no Sistema Nervoso: alterações do olfato, do paladar e da audição podem ocorrer. Lesões de nervos e aumento na produção de líquor com conseqüente hidrocefalia têm sido relatados.
Suplementação: Ingestão de vitaminas antioxidantes atrasa o declínio cognitivo em idosos.
Cálcio, Zinco, Selênio
Fontes: Cálcio: leite, coral. Zinco: ostras, algumas variedades de feijão, nozes, amêndoas, grãos inteiros, sementes de girassol. Selênio: nozes (castanha do Pará especialmente), cereais, carne, peixe, ovos.
Função: Cálcio: possui funções importantes como atuar na formação estrutural dos ossos e dos dentes. Além disso, ele atua juntamente com a vitamina K no sistema circulatório, auxiliando na coagulação do sangue. Age na sinalização intracelular, na transmissão sináptica, na contração muscular e cardíaca, na ação de hormônios. Zinco: Participa na divisão celular, na expressão gênica, em processos fisiológicos como crescimento e desenvolvimento, na morte celular; age como estabilizador de estruturas de membranas e componentes celulares, além de participar da função imune e desenvolvimento cognitivo. Atuando com a vitamina E ele protege as células do organismo contra danos oxidativos, especialmente retardando a oxidação do colesterol LDL; apresenta ação inibidora do efeito tóxico de metais pesados As, Cd, Hg e Sn. No caso de doenças crônicas como a arteriosclerose, câncer, artrite, cirrose e enfisema, há fortes indícios de que ele atue como elemento protetor. O selênio retarda o envelhecimento, combate a tensão pré-menstrual, preserva a elasticidade dos tecidos, previne o câncer e neutraliza radicais livres.
Deficiência: Estudos indicam que pessoas que tem carência do mineral Selênio têm tendência a ter sintomas depressivos, como ansiedade, nervosismo e confusão mental. Um baixo nível de selênio ao longo da vida está associado com baixa função cognitiva em humanos. Na deficiência leve de zinco podem ocorrer alterações neurossensoriais. A deficiência moderada de zinco é agravada pelo desenvolvimento de letargia mental e diminuição acentuada do apetite. Redução de zinco na dieta pode ajudar a reduzir déficit cognitivo em idosos.
Efeitos colaterais da suplementação: Altos níveis de cálcio sérico estão associados com rápido déficit cognitivo em idosos. O excesso de cálcio também pode causar cãimbras. O excesso de selênio é tóxico e pode levar à morte. O excesso de zinco no corpo, como de outros metais pesados, causa distúrbios neurológicos.
Cobre
Fontes: Ostras, fígado de boi e carneiro, castanha-do-pará, melaço, cacau, pimenta preta.
Função: Parceiro do zinco, ele também compõem a enzima que combate os radicais livres, além de transportar o ferro.
Deficiência: Déficit cognitivo em pacientes com Doença de Alzheimer está correlacionado com baixa concentração de cobre no plasma.
Suplementação: Estudos realizados com pacientes de Doença da Alzheimer, que foram tratados ou com suplementação de cobre ou com placebo, foram submetidos a diversos testes de memória durante um ano. Ao final desse período, os indivíduos com menor taxa de cobre no sangue apresentavam mais falhas. Experiências com ratos mostratam que uma concentração elevada do mineral ajuda a reduzir placas presentes no cérebro que são relacionadas com a doença. Não há comprovação de que de o cobre ajuda a reverter os danos causados pela doença, mas sabe-se que ele influi na funções cognitivas.
Efeitos colaterais da suplementação: a suplementação com cobre é problemática devido a seu grande potencial como gerador de radicais livres, e por sua relação direta com esquizofrenia e distúrbios psiquiátricos. Só um mineralograma pode justificar a sua administração quando se detecta severa deficiência. A suplementação excessiva de cobre pode baixar o nível de zinco e produzir insônia, perda de cabelos, menstruação irregular e depressão. O excesso de cobre no organismo, como o excesso de qualquer outro metal pesado, é tóxico e causa distúrbios neurológicos.
Ferro
Fontes: Carne vermelha, peixe, aves, lentilha, feijão.
Função: O ferro participa da síntese de proteínas, do transporte de oxigênio e da renovação celular.
Deficiência: Deficiência de ferro pode causar anemia, com sonolência e cansaço persistentes. Em grávidas a deficiência pode causar hemorragias e baixo peso do bebê ao nascer, entre outros efeitos.
Suplementação: Tratamento com ferro normaliza funções cognitivas em mulheres jovens.
Efeitos colaterais da suplementação: O excesso de ferro pode ser letal a pessoas portadoras de hemocromatose, cujo corpo tem dificuldade de regular a absorção de ferro e portanto não consegue eliminar o ferro ingerido em excesso.
Calorias
Fontes: Grandes quantidades em “junk food”.
Função: Calorias não são nutrientes, e sim uma medida da energia que esses fornecem para o metabolismo humano.
Deficiência: A restrição calórica eleva os níveis de BDNF. E também leva a diminuição de déficits motores e cognitivos que são associados ao envelhecimento.
Suplementação: A suplementação calórica gera desregulação hipotalâmica, levando a pessoa a continuar comer mais do que necessita, causando obesidade. O excesso de comida pode provocar um estímulo das células do sistema imunológico a atacar invasores inexistentes e com isso provocar inflamações crônicas no organismo.
Efeitos colaterais da suplementação: Além da obesidade e dos riscos associados a ela, o excesso de calorias pode reduzir a plasticidade sináptica e aumentar a vulnerabilidade das células a se danificarem pela formação de radicais livres.
Ácido Alfa-lipóico
Fontes: Carnes como fígado, rins e coração, e vegetais como espinafre, brócolis e batata.
Função: Atua como co-fator de inúmeras enzimas envolvidas na produção de energia, possui propriedades antioxidantes, combatendo os radicais livres e protegendo as células da oxidação. Além de combater os radicais livres, ele regenera os tecidos lesados.
Suplementação: Aumenta o fluxo sanguíneo para os nervos e melhora a condução dos impulsos nervosos. Melhora déficits de memória em modelos animais de Doença de Alzheimer e mostrou reduzir déficits cognitivos em pequenos grupos de pacientes com Doença de Alzheimer. É utilizada no tratamento de lesões neurológicas, inclusive a neuropatia diabética, uma complicação tardia do diabete que provoca dor e perda da sensibilidade nos membros.
Referências:
Fernando Gómez-Pinilla(2008) Brain foods: the effects of the nutrients on brain function. Nature Reviews 9, 568-578.
http://www.ufpa.br/beiradorio/arquivo/beira63/noticias/rep3.html
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?508
http://br.monografias.com/trabalhos2/papel-zinco-infancia/papel-zinco-infancia2.shtml
http://decs.bvs.br/cgi-bin/wxis1660.exe/decsserver/?IsisScript=../cgi-bin/decsserver/decsserver.xis&task=exact_term&previous_page=homepage&interface_language=p&search_language=p&search_exp=curcumina
http://pt.wikipedia.org/wiki/Curcumina
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gordura_saturada
http://saude.hsw.uol.com.br/vitaminas-b.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Complexo_B
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vitamina_D
http://www.emedix.com.br/vit/vit003_1f_vitaminad.php
http://www.copacabanarunners.net/vitamina-e.html
http://www.nutricaoativa.com.br/conteudo.php?id=104
http://www.melnex.net/gordura.doc
http://www.todabiologia.com/saude/calcio.htm
http://biblioteca.universia.net/html_bura/ficha/params/id/630908.html
http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/19312
http://www.scribd.com/doc/8681282/Minerais-Que-Garantem-Vida-Longa-Zinco-Cobre-
Magnesio-e-Ferro-Nutricao
http://www.medicinageriatrica.com.br/2007/11/12/saude-geriatria/ion-cobre-carencia-e-excesso/
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3228643-EI298,00.html
http://www.lenzafarm.com.br/alfa_lipoico.htm
http://drrafaelleao.site.med.br/index.asp?PageName=-C1cido-20alfalip-F3ico
O Cérebro Nosso de Cada Dia é elaborado, com o apoio da FAPERJ e do CNPq, pela equipe de Suzana Herculano-Houzel, neurocientista do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ empenhada desde 1999 em trazer ao público não-especializado os conhecimentos que a neurociência gera sobre o ser humano e examinar como eles
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O Cérebro Nosso de Cada Dia é elaborado, com o apoio da FAPERJ e do CNPq, pela equipe de Suzana Herculano-Houzel, neurocientista do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ empenhada desde 1999 em trazer ao público não-especializado os conhecimentos que a neurociência gera sobre o ser humano e examinar como eles
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