sábado, 21 de janeiro de 2012


  1. Ácidos graxos insaturados ômega-3 Antioxidantes Compostos ...

    www.institutopaulobrito.com.br/.../A%20doença%20de%20Alzheime...
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    tratamento de pacientes com doença de Alzheimer (DA) em fase muito leve. ...contém: gengibre, pimenta dedo-de-moça, pimenta vermelha, canela em rama, ...
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  2. Comendo Pimenta - Alzheimer - Videolog

    www.videolog.tv/video.php?id=4037618 ago. 2010 - 3 min
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  3. Comendo Pimenta - Alzheimer | Videolog: alzheimer

    www.videolog.tv/alzheimer/videos/40376118 jan. 2009

    Comendo Pimenta - Alzheimer. Sagui comendo Pimenta ! Publicado 18 de janeiro de 2009 às 03:14 ...
  4. O Açafrão e a Pimenta contra o Cancer, Parkinson, Alzheimer ...

    amigosdacura.ning.com/profiles/.../o-acafrao-e-a-pimenta-contra-o
    30 out. 2009 – Na culinária indiana, o tempero vem se revelando uma excelente arma para proteger o cérebro Pesquisadores da Universidade Johns ...
    Você visitou esta página 2 vezes. Última visita: 30/09/11
  5. MARCONI PIMENTA: Teste pode diagnosticar Alzheimer em estágio ...

    www.marconipimenta.com/.../teste-pode-diagnosticar-alzheimer-em...
    10 jan. 2011 – Pesquisadores foram capazes de detectar “marcadores” no sangue que identificam o mal de Alzheimer 3 a 5 anos antes de qualquer perda de ...
  6. MARCONI PIMENTA: Testes prometem diagnóstico mais cedo ...

    www.marconipimenta.com/.../testes-prometem-diagnostico-mais-ced...
    21 jul. 2011 – Testes prometem diagnóstico mais cedo casos de Alzheimer. Exames de imagem ... Postado por Marconi Pimenta às 10:16. Marcadores: ...
  7. MARCONI PIMENTA: Dieta saudável pode diminuir risco de ...

    marconipimenta.blogspot.com/.../dieta-saudavel-pode-diminuir-risco...
    18 jun. 2011 – Dieta saudável pode diminuir risco de Alzheimer? Segundo um novo estudo, ... Postado por Marconi Pimenta às 20:04. Marcadores: Alzheimer ...
  8. Curry contra o mal de Alzheimer - Doença de alzheimer

    www.doencadealzheimer.com.br/index.php?modulo=pacientes...
    Alzheimer. Introdução · Histórico da Doença · Saiba mais ... que são: gengibre,pimenta dedo-de-moça, pimenta vermelha, canela, cominho, pimenta-do-reino, ...
  9. Radicais Livres e Antioxidantes

    www.copacabanarunners.net/antioxidantes.html
    Poder Antioxidante. Pos. Vegetais. Frutas. 1. Repolho. Morango. 2. Beterraba. Ameixa. 3. Pimenta vermelha. Laranja. 4. Brócolis. Uva. 5. Espinafre. Maçã. 6 ...
  10. Alzheimer - Pimenta

    www.pimenta.blog.br/tag/alzheimer/
    13 set. 2010 – 14:03 | Autor: Seu Pimenta. Livros buscam ampliar o conhecimento sobre o Alzheimer (foto Laíse Galvão). Propor uma melhor visão sobre

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012



Vinho tinto contra o Alzheimer

cura de alzheimer
O segredo por trás do vinho tinto é um só, e chama-se resveratrol. Este antioxidante é o responsável de praticamente todas as propriedades desta bebida, e ele é encontrado no vinho porque está presente na pele das uvas.
No dia de hoje falaremos de um novo benefício que podemos obter com o consumo de vinho tinto, e esse benefício está associado a uma doença cerebral muito complicada e conhecida: oAlzheimer. Resultados preliminares de uma nova pesquisa sugerem que o vinho tinto previne o Alzheimer, e novamente, o protagonista é o resveratrol.
Aparentemente o resveratrol presente no vinho pode eliminar os efeitos tóxicos de uma proteína associada ao Alzheimer, o peptídio Aβ1-42, que é uma proteína que forma placas que prejudicam a saúde cerebral.
Em pesquisas realizadas sobre células humanas os pesquisadores comprovaram que o resveratrol desmancha as placas ameaçadoras  e conserva aquelas que não prejudicam.

Vitamina B pode retardar a evolução do Alzheimer

Cérebro e Alzheimer
Imagem comparativa entre um cérebro com Alzheimer (esq.) e outro sem a doença (Thinkstock)
Ingerir altas doses de vitamina B - encontrada em carnes, peixes, ovos e verduras - pode reduzir pela metade o processo degenerativo no cérebro de pessoas com Alzheimer. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, é considerada o passo inicial no tratamento da doença.
O processo natural de encolhimento do cérebro depois dos 60 anos acontece, em média, a um ritmo de 0,5% ao ano. Em pessoas com debilidade cognitiva - sintoma que aparece no início da demência -, esse ritmo é duas vezes maior. Já nos pacientes com Alzheimer, o cérebro encolhe cerca de 2,5% ao ano. Com a ingestão do complemento de vitamina B, no entanto, o encolhimento apresentou, no estudo, uma baixa significativa e chegou ser de 30% a até 50% mais lento.
"Essas vitaminas estão protegendo a estrutura do cérebro. Isso é muito importante para evitar o Alzheimer”, afirma David Smith, autor da pesquisa. A vitamina B (ácido fólico, vitamina B6 e B12) controla os níveis de uma substância conhecida como homocisteína no sangue, cujas altas taxas estão relacionadas ao encolhimento rápido do cérebro.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Tratamentos Alternativos



Um número crescente de remédios fitoterápicos, suplementos alimentares e "alimentos médica" são promovidos como potenciadores de memória ou tratamentos para retardar ou impedir a doença de Alzheimer e desordens relacionadas. 


Reclamações sobre a segurança e eficácia destes produtos, no entanto, baseiam-se em grande parte, depoimentos, tradição e um corpo bastante pequeno da pesquisa científica.


 A pesquisa científica rigorosa exigida pela Food and Drug Administration EUA (FDA) para a aprovação de um medicamento de prescrição não é exigido por lei para a comercialização de suplementos alimentares ou "alimentos médica."
  • Eficácia e segurança são desconhecidas. A pesquisa científica rigorosa exigida pela Food and Drug Administration EUA (FDA) para a aprovação de um medicamento de prescrição não é exigido por lei para a comercialização de suplementos dietéticos. O fabricante de um suplemento dietético não é obrigado a fornecer o FDA com as provas em que baseia suas reivindicações para a segurança e eficácia.
  • Pureza é desconhecida. O FDA não tem autoridade sobre a produção de suplemento. É responsabilidade de um fabricante em desenvolver e aplicar as suas próprias orientações para garantir que seus produtos são seguros e contêm os ingredientes listados no rótulo as quantidades especificadas.
  • Más reações não são rotineiramente monitorados. Os fabricantes não são obrigados a comunicar à FDA quaisquer problemas que os consumidores experimentam depois de tomar os seus produtos. A agência não fornece canais de comunicação voluntária para os fabricantes, profissionais de saúde e consumidores, e irá emitir avisos sobre o produto quando não há motivo para preocupação.
  • Suplementos alimentares pode ter sérias interações com medicamentos prescritos.Ninguém deve tomar um suplemento sem antes consultar um médico.

domingo, 1 de janeiro de 2012


Doença de Alzheimer
Introdução Descrição Diagnóstico Tratamento Bibliografia

Tratamento
O que o paciente pode esperar do tratamento?
Como outros profissionais da saúde podem ajudar no tratamento?
Que drogas podem ser usadas no tratamento da doença de Alzheimer?
Quais são os medicamentos que atuam diretamente na doença?
Para que servem os inibidores da acetil-colinesterase?
Que resultados podem ser obtidos com os inibidores da acetil-colinesterase?
Quais são efeitos colaterais dos inibidores da acetil-colinesterase?
Para que serve a memantina?
Que drogas são utilizadas nas alterações de comportamento?
Como saber se as drogas estão sendo eficientes?
É possível prevenir a doença de Alzheimer?
O que o paciente pode esperar do tratamento?
  1. Não pode haver a expectativa de que apenas tomar um comprimido vai resolver os problemas trazidos por uma doença tão devastadora.
  2. Não existe nenhum tratamento miraculoso e rápido para a doença. Os resultados tendem a ser ou estabilização dos sintomas ou ganhos modestos que levam algum tempo para aparecer.
Por isso, a doença de Alzheimer exige mais que um médico. É necessária a participação de diferentes profissionais da saúde. Também é importante lembrar que a doença é progressiva, ela tende a piorar sempre. Um tratamento, qualquer que seja, se não trouxer melhoras mas evitar que ela progrida, deve ser considerado bem sucedido.
Como outros profissionais da saúde podem ajudar no tratamento?
  • As perdas na independência funcional podem ser diminuídas ou estabilizadas com treinamento e reabilitação;
  • As dificuldades de linguagem e, em estágio mais adiantado, as alterações para engolir podem ser acompanhadas por um fonoaudiólogo;
  • As complicações decorrentes das alterações de apetite e de comportamento, associadas à dificuldade de linguagem, podem ser minoradas com o auxílio de uma enfermeira, que será essencial nos estágios mais avançados da doença;
  • Um profissional treinado pode assessorar nas modificações para tornar o lar mais seguro e no manejo adequado de cada paciente.
Que drogas podem ser usadas no tratamento da doença de Alzheimer?
Existem dois tipos de drogas:
  • as que atuam diretamente sobre a doença;
  • as que atuam sobre complicações ou conseqüências da doença, como as alterações de comportamento.
Quais são os medicamentos que atuam diretamente na doença?
Como não se sabe a causa da deposição de proteínas anormais nessa doença, é impossível atacar a raiz do problema. Entretanto, em um período não muito longo, poderão estar disponíveis drogas que aumentam a sobrevida dos neurônios. Elas podem fazer com que a doença progrida mais devagar ou até mesmo estacione. No momento, existem as drogas que evitam a decomposição da acetil-colina - os inibidores de acetil-colisterase e a memantina.
Para que servem os inibidores da acetil-colinesterase?
Na fase inicial da doença, ocorre principalmente a perda de neurônios que usam como mensageiro a acetil-colina, uma substância importante no processo de memória e aprendizado. A acetil-colina é produzida no cérebro a partir da colina, presente em alimentos da dieta do dia-a-dia. Depois de utilizada como mensageiro químico entre os neurônios, a acetil-colina é degradada pela enzima acetil-colinesterase, transformando-se novamente em colina.
Se existe uma deficiência na produção de acetil-colina, um modo de controlar o problema é evitar que a pouca acetil-colina produzida seja degradada, impedindo a ação da enzima através dos inibidores, ou seja, os inibidores da acetil-colinesterase.
Que resultados podem ser obtidos com os inibidores da acetil-colinesterase?
Em princípio o tratamento com essas drogas tem mais chance de sucesso no início da doença, mas também é possível haver melhora em fases um pouco mais avançadas.
A resposta de melhora, com a pessoa voltando a fazer coisas que não conseguia mais devido á progressão da doença, não é a mais comum. A estabilização, com a progressão interrompida ou tornando-se mais lenta, é mais freqüente. Muitas pessoas não apresentam resposta alguma.
Algumas pessoas podem apresentar uma resposta ao medicamento logo no início, o mais comum é observar o efeito após dois a quatro meses de tratamento.
É importante lembrar que uma boa resposta ao tratamento depende da utilização da dosagem correta e por um tempo adequado e nada impede que o paciente melhore no início e depois volte a piorar, pois a doença é progressiva.
Quais são efeitos colaterais dos inibidores da acetil-colinesterase?
O principal efeito colateral é sobre o tubo digestivo, podendo haver náuseas, vômitos ou diarréia. Não é raro a pessoa apresentar agitação ou dor de cabeça. Aparecendo algum desses sintomas, a medicação não deve ser interrompida - o médico deve rever a dosagem ou adotar alguma medicação para combater os efeitos colaterais.
Para que serve a memantina?
No cérebro existem amino-ácidos excitatórios, o aspartato e o glutamato, que são importantes no processo de aprendizado e memória. Quando sua ação é excessiva, esses amino-ácidos causam lesão e morte dos neurônios, sendo este um dos mecanismos da doença de Alzheimer. A memantina atua diminuindo a ação do glutamato sobre seus receptores, trazendo-os para níveis mais fisiológicos. Neste sentido, do mesmo modo, embora por um outro mecanismo, a memantina pode estabilizar sintomas e retardar a evolução da doença.
Que drogas são utilizadas nas alterações de comportamento?
As alterações do comportamento são um aspecto à parte. Antes de pensar em medicamentos, é essencial verificar se existe um precipitante para o distúrbio como, por exemplo, a maneira como o cuidador aborda o paciente que não quer tomar banho. Muitas vezes, uma orientação adequada resolve o problema. Quando a medicação é necessária, ela deve ser usada na menor dose possível e pelo tempo estritamente necessário. É preciso lembrar que muitos dos medicamentos para controle de agitação e agressividade podem piorar a confusão mental ou deixar a pessoa rígida, trazendo dificuldades para a movimentação, inclusive para caminhar e engolir.
Como saber se as drogas estão sendo eficientes?
As medicações que atuam diretamente na doença são caras e de uso prolongado. É importante, na medida do possível, certificar-se de sua eficiência, por meio de:
  • a avaliação funcional, observando como a pessoa está desempenhando suas atividades no dia-a-dia;
  • a avaliação cognitiva (de memória, linguagem e outras funções), que deve ser feita por profissional treinado.
Essas avaliações devem ser feitas em conjunto e não devem ser repetidas a prazos muito curtos pois não haverá tempo para resposta. A partir dos resultados dessas avaliações é possível decidir se vale a pena continuar o tratamento ou interrompê-lo.
É possível prevenir a doença de Alzheimer?
Não existe maneira totalmente eficaz de prevenção, mas já foram identificados alguns fatores que podem mudar o seu curso. Pessoas com alta escolaridade e atividade intelectual intensa apresentam os sintomas somente quando a atrofia cerebral está em um estágio mais avançado do que em pessoas com baixa escolaridade, ou seja, nessas pessoas com maior atividade intelectual é necessária maior perda de neurônios para que apareçam os mesmos sintomas de pessoas com menor atividade intelectual.
Do mesmo modo, o uso de vitamina E em alta dose e a reposição de hormônios, para as mulheres que entraram na menopausa, podem diminuir a chance da doença, fazendo com que ela apareça mais devagar. Mais recentemente demonstrou-se um efeito semelhante com o uso de anti-inflamatórios. Como se pode ver, aspectos fundamentais da doença ainda são desconhecidos, mas o que já se sabe não justifica uma atitude de "nada existe para fazer".