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www.copacabanarunners.net/antioxidantes.htmlPoder Antioxidante. Pos. Vegetais. Frutas. 1. Repolho. Morango. 2. Beterraba. Ameixa. 3. Pimenta vermelha. Laranja. 4. Brócolis. Uva. 5. Espinafre. Maçã. 6 ...Alzheimer - Pimenta
www.pimenta.blog.br/tag/alzheimer/13 set. 2010 – 14:03 | Autor: Seu Pimenta. Livros buscam ampliar o conhecimento sobre o Alzheimer (foto Laíse Galvão). Propor uma melhor visão sobre
sábado, 21 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Vinho tinto contra o Alzheimer
O segredo por trás do vinho tinto é um só, e chama-se resveratrol. Este antioxidante é o responsável de praticamente todas as propriedades desta bebida, e ele é encontrado no vinho porque está presente na pele das uvas.
No dia de hoje falaremos de um novo benefício que podemos obter com o consumo de vinho tinto, e esse benefício está associado a uma doença cerebral muito complicada e conhecida: oAlzheimer. Resultados preliminares de uma nova pesquisa sugerem que o vinho tinto previne o Alzheimer, e novamente, o protagonista é o resveratrol.
Aparentemente o resveratrol presente no vinho pode eliminar os efeitos tóxicos de uma proteína associada ao Alzheimer, o peptídio Aβ1-42, que é uma proteína que forma placas que prejudicam a saúde cerebral.
Em pesquisas realizadas sobre células humanas os pesquisadores comprovaram que o resveratrol desmancha as placas ameaçadoras e conserva aquelas que não prejudicam.
Vitamina B pode retardar a evolução do Alzheimer
Imagem comparativa entre um cérebro com Alzheimer (esq.) e outro sem a doença (Thinkstock)
Ingerir altas doses de vitamina B - encontrada em carnes, peixes, ovos e verduras - pode reduzir pela metade o processo degenerativo no cérebro de pessoas com Alzheimer. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, é considerada o passo inicial no tratamento da doença.
O processo natural de encolhimento do cérebro depois dos 60 anos acontece, em média, a um ritmo de 0,5% ao ano. Em pessoas com debilidade cognitiva - sintoma que aparece no início da demência -, esse ritmo é duas vezes maior. Já nos pacientes com Alzheimer, o cérebro encolhe cerca de 2,5% ao ano. Com a ingestão do complemento de vitamina B, no entanto, o encolhimento apresentou, no estudo, uma baixa significativa e chegou ser de 30% a até 50% mais lento.
"Essas vitaminas estão protegendo a estrutura do cérebro. Isso é muito importante para evitar o Alzheimer”, afirma David Smith, autor da pesquisa. A vitamina B (ácido fólico, vitamina B6 e B12) controla os níveis de uma substância conhecida como homocisteína no sangue, cujas altas taxas estão relacionadas ao encolhimento rápido do cérebro.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Tratamentos Alternativos
Um número crescente de remédios fitoterápicos, suplementos alimentares e "alimentos médica" são promovidos como potenciadores de memória ou tratamentos para retardar ou impedir a doença de Alzheimer e desordens relacionadas. Reclamações sobre a segurança e eficácia destes produtos, no entanto, baseiam-se em grande parte, depoimentos, tradição e um corpo bastante pequeno da pesquisa científica. A pesquisa científica rigorosa exigida pela Food and Drug Administration EUA (FDA) para a aprovação de um medicamento de prescrição não é exigido por lei para a comercialização de suplementos alimentares ou "alimentos médica." Preocupações sobre terapias alternativasEmbora alguns destes remédios podem ser candidatos válido para tratamentos, existem preocupações legítimas sobre como usar essas drogas como uma alternativa ou para além de médico-prescrita terapia:
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domingo, 1 de janeiro de 2012
| Doença de Alzheimer |
Tratamento
- O que o paciente pode esperar do tratamento?
- Como outros profissionais da saúde podem ajudar no tratamento?
- Que drogas podem ser usadas no tratamento da doença de Alzheimer?
- Quais são os medicamentos que atuam diretamente na doença?
- Para que servem os inibidores da acetil-colinesterase?
- Que resultados podem ser obtidos com os inibidores da acetil-colinesterase?
- Quais são efeitos colaterais dos inibidores da acetil-colinesterase?
- Para que serve a memantina?
- Que drogas são utilizadas nas alterações de comportamento?
- Como saber se as drogas estão sendo eficientes?
- É possível prevenir a doença de Alzheimer?
- Não pode haver a expectativa de que apenas tomar um comprimido vai resolver os problemas trazidos por uma doença tão devastadora.
- Não existe nenhum tratamento miraculoso e rápido para a doença. Os resultados tendem a ser ou estabilização dos sintomas ou ganhos modestos que levam algum tempo para aparecer.
Como outros profissionais da saúde podem ajudar no tratamento?
- As perdas na independência funcional podem ser diminuídas ou estabilizadas com treinamento e reabilitação;
- As dificuldades de linguagem e, em estágio mais adiantado, as alterações para engolir podem ser acompanhadas por um fonoaudiólogo;
- As complicações decorrentes das alterações de apetite e de comportamento, associadas à dificuldade de linguagem, podem ser minoradas com o auxílio de uma enfermeira, que será essencial nos estágios mais avançados da doença;
- Um profissional treinado pode assessorar nas modificações para tornar o lar mais seguro e no manejo adequado de cada paciente.
Existem dois tipos de drogas:
- as que atuam diretamente sobre a doença;
- as que atuam sobre complicações ou conseqüências da doença, como as alterações de comportamento.
Como não se sabe a causa da deposição de proteínas anormais nessa doença, é impossível atacar a raiz do problema. Entretanto, em um período não muito longo, poderão estar disponíveis drogas que aumentam a sobrevida dos neurônios. Elas podem fazer com que a doença progrida mais devagar ou até mesmo estacione. No momento, existem as drogas que evitam a decomposição da acetil-colina - os inibidores de acetil-colisterase e a memantina.
Para que servem os inibidores da acetil-colinesterase?
Na fase inicial da doença, ocorre principalmente a perda de neurônios que usam como mensageiro a acetil-colina, uma substância importante no processo de memória e aprendizado. A acetil-colina é produzida no cérebro a partir da colina, presente em alimentos da dieta do dia-a-dia. Depois de utilizada como mensageiro químico entre os neurônios, a acetil-colina é degradada pela enzima acetil-colinesterase, transformando-se novamente em colina.
Se existe uma deficiência na produção de acetil-colina, um modo de controlar o problema é evitar que a pouca acetil-colina produzida seja degradada, impedindo a ação da enzima através dos inibidores, ou seja, os inibidores da acetil-colinesterase.
Que resultados podem ser obtidos com os inibidores da acetil-colinesterase?
Em princípio o tratamento com essas drogas tem mais chance de sucesso no início da doença, mas também é possível haver melhora em fases um pouco mais avançadas.
A resposta de melhora, com a pessoa voltando a fazer coisas que não conseguia mais devido á progressão da doença, não é a mais comum. A estabilização, com a progressão interrompida ou tornando-se mais lenta, é mais freqüente. Muitas pessoas não apresentam resposta alguma.
Algumas pessoas podem apresentar uma resposta ao medicamento logo no início, o mais comum é observar o efeito após dois a quatro meses de tratamento.
É importante lembrar que uma boa resposta ao tratamento depende da utilização da dosagem correta e por um tempo adequado e nada impede que o paciente melhore no início e depois volte a piorar, pois a doença é progressiva.
Quais são efeitos colaterais dos inibidores da acetil-colinesterase?
O principal efeito colateral é sobre o tubo digestivo, podendo haver náuseas, vômitos ou diarréia. Não é raro a pessoa apresentar agitação ou dor de cabeça. Aparecendo algum desses sintomas, a medicação não deve ser interrompida - o médico deve rever a dosagem ou adotar alguma medicação para combater os efeitos colaterais.
Para que serve a memantina?
No cérebro existem amino-ácidos excitatórios, o aspartato e o glutamato, que são importantes no processo de aprendizado e memória. Quando sua ação é excessiva, esses amino-ácidos causam lesão e morte dos neurônios, sendo este um dos mecanismos da doença de Alzheimer. A memantina atua diminuindo a ação do glutamato sobre seus receptores, trazendo-os para níveis mais fisiológicos. Neste sentido, do mesmo modo, embora por um outro mecanismo, a memantina pode estabilizar sintomas e retardar a evolução da doença.
Que drogas são utilizadas nas alterações de comportamento?
As alterações do comportamento são um aspecto à parte. Antes de pensar em medicamentos, é essencial verificar se existe um precipitante para o distúrbio como, por exemplo, a maneira como o cuidador aborda o paciente que não quer tomar banho. Muitas vezes, uma orientação adequada resolve o problema. Quando a medicação é necessária, ela deve ser usada na menor dose possível e pelo tempo estritamente necessário. É preciso lembrar que muitos dos medicamentos para controle de agitação e agressividade podem piorar a confusão mental ou deixar a pessoa rígida, trazendo dificuldades para a movimentação, inclusive para caminhar e engolir.
Como saber se as drogas estão sendo eficientes?
As medicações que atuam diretamente na doença são caras e de uso prolongado. É importante, na medida do possível, certificar-se de sua eficiência, por meio de:
- a avaliação funcional, observando como a pessoa está desempenhando suas atividades no dia-a-dia;
- a avaliação cognitiva (de memória, linguagem e outras funções), que deve ser feita por profissional treinado.
É possível prevenir a doença de Alzheimer?
Não existe maneira totalmente eficaz de prevenção, mas já foram identificados alguns fatores que podem mudar o seu curso. Pessoas com alta escolaridade e atividade intelectual intensa apresentam os sintomas somente quando a atrofia cerebral está em um estágio mais avançado do que em pessoas com baixa escolaridade, ou seja, nessas pessoas com maior atividade intelectual é necessária maior perda de neurônios para que apareçam os mesmos sintomas de pessoas com menor atividade intelectual.
Do mesmo modo, o uso de vitamina E em alta dose e a reposição de hormônios, para as mulheres que entraram na menopausa, podem diminuir a chance da doença, fazendo com que ela apareça mais devagar. Mais recentemente demonstrou-se um efeito semelhante com o uso de anti-inflamatórios. Como se pode ver, aspectos fundamentais da doença ainda são desconhecidos, mas o que já se sabe não justifica uma atitude de "nada existe para fazer".
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